31 agosto, 2011

O primeiro ano

O primeiro ano de Leah foi uma delicinha.

Ela era uma "bebê fácil", quase não chorava, dormia bem, mamava muito.

O dormir bem que digo é tirar as sonecas direitinho, acordar pra mamar e voltar a dormir. Não quer dizer que ela dormia a noite inteira (ela ainda não faz isso), teve época de acordar de 2 em 2 horas pra mamar, época de estar toda cheia de energia às 5 da manhã, quando pra mim ainda é madrugada, pra ela já era hora de levantar. Mas sim, dormia bem.

Ela tinha o calor dos meus braços (e do pai) o quanto quisesse, mas também tinha oportunidade de brincar no chão, se movimentar e explorar. Sempre foi muito curiosa, ativa e destemida.

Ela se desenvolveu rápido e a gente babava de orgulho a cada novidade.

Hoje ela é uma menininha geniosa que exige a atenção que merece. É braba feito siri na lata quando não consegue o que quer, mas ainda é minha bebêlícia!   

Um ano em 8 minutos:

17 agosto, 2011

Um poquinho sobre Leah

Agora tenho que apresentar ela né, a estrela desse blog.

Nossa boneca se chama Leah, tem um ano e um mês.

Ela é um amorzinho, é carinhosa, não é de chorar muito. É fofa, divertida e bem-humorada. Simpática, sociável, esperta, alegre, ativa e sapeca.

Ela tem uma personalidade forte, quando não consegue o que quer, fica brava, muito brava.

É forte, nunca teve nenhuma reação às vacinas, nem problemas com os dentinhos e nem quando passou por um procedimento cirúrgico, não teve nenhum efeito colateral à anestesia.

Sempre nos impressiona com seus sorrisos quando esperado choro e dengo.

Ela é pequenina, não sei as medidas dela atualmente, mas ela é sempre menor que os bebês da mesma idade.

Ela é a alegria da nossa casa, enche nossas vidas com sorrisos e um amor que transborda.

Com o blog vou falando coisas mais especificas, por enquanto fica aqui essa propaganda. Sou completamente apaixonada por essa boneca!





16 agosto, 2011

Um pouquinho sobre mim

Olá gente,

Então... me chamo Dayane Kendrick, 25, moro no estado de Minnesota nos EUA e sou original de Campina Grande, Paraíba. Troquei o calor do meu agreste paraibano por um dos estados mais frio do centro-oeste americano.

Falo oxi, vixe maria, bixin, mulesta... E quem disser que sou mulher macho, eu arengo, puxo minha peixeira e acabo logo com esse presépe. Mulher macho não, paraibana arretada.

Morro de saudade de tapioca recheada, macaxeira com carne de sol, cuscuz com frango cozido e tantas, mais tantas outras coisas desse nosso Brasil maravilhoso.

Sou mórmon. Vou à Igreja todos os domingos, não tomo café, nem chá preto, nem bebida alcoólica, não fumo, não falo palavrão e não sou um extra-terrestre. 

Quando eu estava no terceiro ano do curso de Engenheira Sanitária e Ambiental conheci Alex, e foi aí que deixei tudo pra trás - família, amigos, Terra adorada e diploma - e me debandei pra cá, pra casar e tá juntinho do amor da minha vida.

Alex morou no Brasil por 2 anos, como missionário da Igreja, fala português muito bem, ama o Brasil, é um marido e pai maravilhoso e sem dúvidas, o melhor gerente de banco dessa cidade.

Prazer.