31 outubro, 2011

Halloween 2011

Hoje seria o primeiro Halloween que Leah iria sair nas ruas para pedir doces. Eu queria levá-la para bater na porta das casas pela diversão da tradição, mas não queria o monte de doces que ela iria ganhar. Por isso já tinha planejado em repassar o doce arrecadado por Leah para as crianças que batessem na nossa porta. Iríamos retornar do Brasil na véspera do Halloween e portanto comprei a fantasia dela com antecedência. Com o prolongamento da viagem, ainda estamos por aqui, mas trouxe a fantasia para pelo menos tirar algumas fotos.

Relembrando o Halloween 2010 (3 meses)



Diz aí se existe Chapéuzinho Vermelho mais fofa?!

26 outubro, 2011

Novas de Leah e a Síndrome Felícia

Parece que faz uma eternidade que não passo por aqui. Primeiro quero agradecer os comentários no post anterior, é muito bom receber esse carinho das amigas blogueiras.

Por aqui está tudo indo bem. Ainda estamos no Brasil, maridão chegou há alguns dias e  já volta nesse sábado. Eu ficarei mais 2 semanas ajudando minha mãe nessa fase.

Mas deixa eu falar um pouco da minha pequena que  já está  com 1 ano, 3 meses e 24 dias. Ou eu podia só dizer que ela está com quase 16 meses!

Leah está amando tudo no Brasil.  Ela se diverte muito, adora a comida, ta comendo super bem de tudo e adora todo tipo de suco natural que só tem aqui. Estou toda orgulhosa dessa minha menina boa de garfo. Mas também não tem como, culinária brasileira é a melhor do mundo!

Leah teve aqui alguma "primeiras vezes". Foi a primeria vez na praia, no circo, em um parque aquático, primeira viagem de ônibus e a primeira (e outras milhares) picadas de muriçocas. Também aprendeu novas palavras: au-au, miau, neném, tau-tau (tchau tchau) e áua (água). To achando o máximo ela saber pedir água. Uma moça! Ela também repete muitos sons. Outro dia fui trocar a fralda dela e falei "Vamos tirar esse cocô!", e ela ficou cantando "Cocôoooo, cocôoooo ..."  (Mãe tem sempre que falar em cocô né?). Ela sabe mostrar onde fica a cabeça, o nariz e o pé.

Aqui moram minha mãe, que tem um cachorrinho, e meu imão, que tem uma gatinha. Leah simplesmente ENLOUQUECE quando vê os bichinhos. Ela não tem medo nenhum, corre pra cima dos bichos, alisa, beija, abraça, puxa rabo, patas e orelhas, mete o dedo nos olhos dos bichinhos. Sabe a Felícia? Leah é a própria! Outro dia ela deu uma chave de braço na gatinha que pensei que seria o fim de suas 7 vidas! Mas essa gata deve ter nascido com alguma alteração genética! (oi?) A  gata tenta sair correndo e Leah a segura pelo couro! Ela fica com as mãos cheias de pêlos da gata. O cachorro se irrita com o carinho exagerado, rosna, late, e Leah acha a maior graça! 

Eu vou te amar, abraçar, apertar até você ficar em pedacinhos. Gatinho, gatinho, eu adoro gatinho!


Ela também fica louquinha da vida quando vê pombos nas praças. Olha a cara que ela faz...


Ah se ela pega um pombinho desse...

06 outubro, 2011

Dando notícias

Desculpem o sumiço. Muitas coisas aconteceram.

Eu estava com minha viagem pro Brasil marcada pro dia 09 de outubro mas descobrimos que meu pai, que já estava internado há 2 meses, tinha cancêr de pulmão em estado terminal. Tentei antecipar minha viagem para o quanto antes mas infelizmente o mais cedo que a companhia aérea conseguiu pra mim foi pro dia 30 de setembro, chegando aqui no dia 01 de outubro. Marido queria vir junto, mas não deu pra mudar os dias de férias no trabalho. Foi muita correria pra arrumar tudo pra  viagem e deixar as coisas organizados para o marido em casa.

Dois dias antes de minha viagem meu pai entrou na UTI. Fiquei muito triste porque eu queria que ele nos visse mais uma vez, consciente. Mas naquela altura ele provavelmente nem saberia que eu estava ali.

Enfrentei as 21 horas de viagem sozinha com a pequena. Foi tudo tranquilo, Leah se comportou muito bem e tivemos a sorte de sentar ao lado de pessoas muito gentis.

Meu irmão foi me pegar no aeroporto e me deu a notícia que nosso pai havia falecido. Acho que minha ficha não caiu naquela hora. Eu sabia que aquilo ia acontecer, mas eu realmente esperava ainda vê-lo vivo. Fomos do aeroporto direto para o velório. Leah, em sua inocência, apontava para o corpo do avô, queria brincar com a flores e as velas, sorria e arrancava sorrisos daqueles rostos molhados de lágrimas. O funeral foi no dia seguinte e agora o corpo de meu pai descansa em paz até o dia de sua ressurreição.

Foi tudo muito rápido. Apenas 15 dias da descoberta do câncer ao falecimento. Me sinto confortada em saber que agora o meu pai descansa. Era doloroso ver aquele homem tão trabalhador e inquieto de cama.

Assim é a vida, uns se vão mais cedo, outros mais tarde, mas um dia estaremos todos juntos novamente.

Até logo, meu pai!